sexta-feira, 12 de março de 2010

POLÍCIA CIVIL DE LINS CRIA NÚCLEO ESPECIAL CRIMINAL (NECRIM) - Conheçam mais essa iniciativa da Polícia Civil Comunitária




No dia 11 de março, às 17:00 horas, a Delegacia Seccional de Polícia de Lins promoveu a inauguração do NÚCLEO ESPECIAL CRIMINAL (NECRIM-LINS).

O NECRIM se localiza na Rua Olavo Bilac, nº 948, Centro, Lins-SP e é considerado um projeto pioneiro que está sendo implantado na área do DEINTER 4 - Bauru, por seu Diretor, Dr. Licurgo Nunes Costa.

O prédio foi adaptado e cedido pela Prefeitura Municipal de Lins, recebeu mobiliário e equipamentos novos da Delegacia Seccional, tais como computadores, aparelhos de ar condicionado, estações de trabalho, armários de aço e cadeiras.

O Delegado Seccional de Lins, Dr. João Valle da Silva Leme escolheu entre os policiais civis com perfil adequado, o Delegado de Polícia Dr. Orildo Nogueira e os Escrivães Ismael Vieira de Deus e João Alessandro Ferreira de Brito, que serão responsáveis pela elaboração e condução dos Termos Circunstanciados relativos às infrações de menor potencial ofensivo.

A novidade é que os trabalhos de Polícia Judiciária não se encerrarão na elaboração do referido procedimento. Concluído o Termo Circunstanciado, o Delegado de Polícia promoverá uma Audiência de Conciliação entre as partes, lavrará o respectivo Termo de Conciliação e promoverá o encaminhado ao Poder Judiciário.

Espera-se com isso uma grande agilidade na composição e resolução legal de inúmeras questões, especialmente nos casos de acidentes de trânsito, crimes ambientais, danos, ameaças, lesões leves, injúria, etc...

Em seu discurso, durante a cerimônia de inauguração, o Dr. João Valle disse que “...A filosofia de polícia comunitária se baseia na aproximação entre a polícia e a comunidade, visando criar uma parceria entre elas. Sempre falo que a população tem que ser informada do que a Polícia Civil faz, pois assim ela passa a acreditar mais ainda em nosso trabalho e assim pode nos ajudar muito com informações...” “...gostaria que soubessem que o NECRIM foi criado pois percebeu-se que para a população, a elaboração do termo circunstanciado e a posterior realização de audiência de conciliação na Delegacia de Polícia, tornaria o problema ocorrido mais suscetível de ser resolvido, bem como haveria mais condições de obtermos a pacificação social que pretendemos em nosso trabalho...”.

Estiveram presentes na solenidade, além do idealizador do Projeto, Dr. Licurgo e o Delegado Seccional de Polícia de Lins, Dr. João Valle da Silva Leme, o Juiz de Direito Diretor do Fórum de Lins, Dr. Antonio Fernando B. Leão, o Juiz do Trabalho, Dr. Luiz Antonio Zanquetta, o Prefeito Municipal, Waldemar Sândoli Casadei, o Presidente da Câmara, Edgar de Souza, Secretários Municipais, Vereadores, Ten. Coronel Maurício Magalhães, Comandante do 37º BIL, membros do Conselho Comunitário de Segurança, de outros conselhos e muitos populares.

Vale lembrar que o NECRIM é um projeto pioneiro no Estado e que serão centralizados, na nova Unidade, os registros e atos de Polícia Judiciária relativos às infrações penais de menor potencial ofensivo (ameaça, injúria, dano, difamação, lesões corporais leves e culposas, dentre outras), oportunidade em que será marcada uma audiência para a busca de conciliação entre as partes envolvidas. A Delegacia Seccional de Polícia de Lins foi a primeira Seccional a instalar o Necrim e pretende-se instalar o NECRIM em outras Seccionais.

Reportagem sobre o evento no site: http://www.comseguranca.com.br/

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Caros amigos,

essa iniciativa implantada na cidade de Lins é um exemplo da Polícia Civil Comunitária e com certeza produzirá um resultado excelente.

Parabéns Dr. Licurgo, Dr. João Valle e Dr. Orildo.

Um Fraternal Abraço,

Higor Jorge

terça-feira, 2 de março de 2010

Plantão é com 5 equipes - Comissão de Ética e Prerrogativas em Osasco


A Comissão de Ética e Prerrogativas compareceu hoje, 1/3 ao 1º DP de Osasco com o objetivo de solucionar o problema do plantão local, que funciona de forma insatisfatória.

Na oportunidade foi entregue ao titular da unidade, Antonio Carlos Gomes, um ofício cobrando solução para o problema. O colega mostrando-se classista deu sugestões para a Comissão e informou que realizaria prontas gestões a fim de solucionar o problema.

O diretor do DEMACRO, Marcos Carneiro, fez contato com integrantes da comissão dando conta que foi “plantonista do Capão Redondo e conhece bem a situação dos colegas que trabalham com escala reduzida” e garantiu que nos próximos dias se reunirá com os seccionais da macro São Paulo, a fim de determinar a obrigatoriedade de haver cinco equipes, nas escalas de plantão. O Diretor garantiu ainda, que em caso de afastamentos, para manter as cinco equipes, o assistente do distrito será acionado ocupando o lugar do colega ausente.

A Comissão de Prerrogativas e Ética está atenta e divulga seu endereço para receber sugestões e reclamações relativas à sua atuação. Participe: prerrogativas@adpesp.com.br

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Delegacia Eletrônica de SP ultrapassa a marca de 2.700.000 solicitações de boletins


Do portal da Polícia Civil de São Paulo
Imagem: Reprodução/portal da SSP-SP
Dez anos de existência. Cem funcionários. Atendimento 24 horas. Os números alcançados pela Delegacia Eletrônica são grandiosos. Apenas em 2009 – ano recorde de acessos: 720.775 -, o setor registrou 24% de todos os furtos de veículo ocorridos no Estado (ou seja, 27.428), e ao completar uma década chegou à extraordinária marca de 2.734.102 solicitações de boletins eletrônicos de ocorrência (B.E.O’s).
De acordo com um estudo realizado pela Secretaria de Gestão Pública de São Paulo, de 2003 a outubro de 2009, a Delegacia Eletrônica proporcionou ao Estado uma economia de R$ 22.669.855,46. O cálculo é mostrado no site http://www.relogiodaeconomia.sp.gov.br, que simula ainda quanto uma pessoa economizaria ao registrar um boletim de ocorrência pela Internet ao invés de fazê-lo pessoalmente em uma delegacia de polícia convencional.
“A Delegacia Eletrônica é, atualmente, um serviço essencial ao Estado. Faz parte do rol de benefícios que a tecnologia da informação proporcionou às organizações públicas, trazendo à baila oportunidades, sem precedentes, para a otimização de processos internos e dos serviços prestados ao usuário”, ressaltou a delegada coordenadora da unidade, Adriana Liporoni.
Mais do que em números, o trabalho dos policiais dessa unidade é medido pelo retorno dos próprios declarantes, que demonstram plena aceitação e aprovação do serviço em mensagens enviadas ao endereço eletrônico do Fale Conosco da Polícia Civil: webpol@policiacivil.sp.gov.br . “Através deste serviço recebemos elogios, críticas, sugestões, denúncias sobre sequestros, procurados da Justiça, locais de tráfico de drogas e também abduções alienígenas, lavagem cerebral, complôs internacionais envolvendo grandes empresas, entre outros”, conta Rosana Pegoraro, encarregada de equipe, referindo-se também aos casos curiosos que a delegacia recebe pelo e-mail.
Autorizados ou negados, todos os pedidos de B.E.O são minuciosamente analisados por pesquisas civis e criminais, além de veiculares e de duplicidade de solicitação de B.E.O. Trabalho seguido de contato telefônico com o usuário para confirmação dos fatos. “A análise das solicitações requer uma série de pesquisas em vários bancos, estadual e federal, e exige atenção ao avaliar o histórico dos fatos, pois nem sempre a natureza narrada é passível de registro pela Internet”, explica a chefe de equipe Marilda do Prado. Mesmo nesses casos, o declarante recebe por e-mail uma justificativa e orientação para registro da ocorrência.
Nos seus 10 anos de história, a Delegacia Eletrônica evoluiu material e humanamente. A planilha tem espaço para mais informações (como um número de celular, o que faz muita diferença) e os recursos técnicos são mais abrangentes, graças ao Infoseg (Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança) e ao R.D.O (Registro Digital de Ocorrência).
“Com o Infoseg, a partir de um CPF se verifica o nome da pessoa, data de nascimento, título de eleitor, endereço; pesquisamos R.G’s de outros Estados, número de C.N.P.J, para verificar nomes de proprietários de empresas. E com o R.D.O, verificamos duplicidade de comunicação de crimes”, explica Renata Cavalcanti, escrivã de polícia da unidade há 7 anos.
Cada policial da Delegacia Eletrônica analisa em média 80 B.E.O’s por plantão de 12 horas, número que não poucas vezes chega a 100, 120 B.E.O’s. “O cumprimento do plantão é mais que horário de trabalho, é desdobramento para atender a grande demanda diária”, destaca Marilda do Prado. A cada 24 horas, a delegacia recebe aproximadamente 3.000 pedidos de boletim, número que aumenta grandemente após eventos envolvendo grande público, como o carnaval, e ocorrências da natureza. “Devido às chuvas, muitas placas de veículo são perdidas. Num dia de chuva forte, chegam a ser registrados 150 B.E.O’s de extravio de placas”, conta Sueli Marques, agente de telecomunicações da delegacia desde sua inauguração.
Para a delegada Adriana Liporoni, nesses “10 anos de trabalho, realizados com excelência, sob coordenação de notáveis delegados de polícia”, quando “se verificou importante aumento no setor de atendimentos on-line, gerando expressiva diminuição do fluxo de registros policiais junto às delegacias”, a tendência é a ampliação do setor, “o que permitirá, num futuro próximo, o tratamento de grande parte das ocorrências criminais através da Internet”, excetuando-se, acrescentou, os casos de flagrância.
Momentos de pico da demanda, como em outubro de 2008, quando os policiais da delegacia avaliaram, apenas na semana de 9 a 13, 19.442 solicitações de B.E.O’s – o que só foi possível com a realização de um ‘mutirão’, ou seja, escalas de reforço com suspensão de folgas e férias; pedidos de orientação dos mais variados; e tato para lidar com declarantes procurados da Justiça são alguns dos aspectos do trabalho na Delegacia Eletrônica, unidade de verdadeiro sucesso na Polícia Civil.
Um dos muitos exemplos de casos em que procurados da Justiça foram detidos pela ação de policiais da unidade ocorreu em 2002, quando, em 15 de março, uma solicitação de B.E.O por furto de placas levou à prisão o declarante Sandro A.C., procurado da Justiça e condenado a 15 anos de reclusão por roubo seguido de morte. Sandro havia sido mostrado no programa Linha Direta, da Rede Globo, e com a tentativa de registro do B.E.O, trabalhado pela agente Sueli Marques, foi preso por policiais do 15º DP (Itaim Bibi). As informações são da Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Extraído do Blog do Delegado
http://blogdodelegado.wordpress.com/2010/02/15/delegacia-eletronica-de-sp-ultrapassa-a-marca-de-2-700-000-solicitacoes-de-boletins/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Visitem o blog do Projeto Polícia Civil Comunitária




Projeto Polícia Civil Comunitária






Leia o projeto, veja as fotos e implemente em sua cidade.




  Mais informações, visite o blog:




http://policiacivilcomunitaria.blogspot.com

domingo, 24 de janeiro de 2010

Notícias publicadas em jornais sobre o Projeto Polícia Civil Comunitária implantado em Santana da Ponte Pensa - SP



 





Fotos do Projeto Polícia Civil Comunitária

Vejam abaixo, algumas fotos do Projeto Polícia Civil Comunitária implantado em Santana da Ponte Pensa-SP

REUNIÃO COM A POPULAÇÃO:





REUNIÃO ENTRE POLÍCIA CIVIL, POLÍCIA MILITAR, CONSELHO TUTELAR E CENTRO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DA PREFEITURA:



CAIXAS COLETORAS DE DENÚNCIAS ANÔNIMAS, CRÍTICAS E SUGESTÕES:


CAIXAS COLETORAS NOS CORREIOS:


CAIXAS COLETORAS NO CENTRO DE SAÚDE:


CAIXAS COLETORAS NA PREFEITURA MUNICIPAL:


CAIXAS COLETORAS NA CÂMARA DOS VEREADORES:


CARTAZ SOBRE AS CAIXAS COLETORAS:

“Projeto Polícia Civil Comunitária” traz melhorias para Santana da Ponte Pensa - Extraído do site da Polícia Civil

Implantado na cidade de Santana da Ponte Pensa desde 12 de janeiro, o “Projeto Polícia Civil Comunitária” está trazendo melhorias para toda a comunidade local, através de trabalhos executados por policiais civis da região.

Em uma reunião que contou com mais de cem pessoas entre autoridades, funcionários públicos, comerciantes e moradores, foram discutidos projetos com a finalidade de oferecer uma maior proximidade entre a polícia e comunidade, além de fazer com que a sociedade colabore com informações, denúncias, sugestões e críticas para a melhoria e crescimento da região.

A ideia inicial partiu do delegado de polícia da cidade, Higor Vinicius Nogueira Jorge, nascido em Santana da Ponte Pensa e que agora exerce a função em sua terra natal. “O primeiro projeto que idealizei foi posto em prática em Sabino (cidade da região de Lins), mas esse é mais completo”, explica Higor Nogueira. O delegado fez sua especialização em Polícia Comunitária através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
Alguns pontos discutidos na reunião e que já estão sendo postos em prática tratam de combate à venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, caixas coletoras de informações, rondas que visualizam jovens em situação de risco, palestras, e aproximação da comunidade dentro da delegacia de polícia. Além da delegacia local, Santana da Ponte Pensa também conta com o apoio da Seccional de Jales para colocar o projeto em prática.
“Diariamente pessoas têm ido procurar informações, elogiar ou falar sobre o projeto”, conta o delegado. As caixinhas coletoras de informações servem para a comunidade deixar denúncias, sugestões e críticas, e estão em vários pontos estratégicos da cidade.
Outro fator importante é a ronda que visa evitar o envolvimento de jovens com situações de risco, como drogas ou bebidas alcoólicas. Para isso, a Polícia Civil e o Conselho Tutelar contarão com a ajuda da população através de denúncias, e também dos comerciantes que vendam esse tipo de mercadoria. A ocupação do espaço em que se localizava a antiga carceragem da delegacia servirá como dependência para projetos como o de pintura, já existente, e outros que deverão ser criados, afastando assim o menor da ociosidade.
O Projeto Polícia Civil Comunitária contará muito com o apoio e ajuda da sociedade, e para denunciar, criticar ou enviar sugestões, é só ligar para a unidade policial através do telefone (017) 3692.1133, enviar e-mail para policiacivildesantana@hotmail.com , ou procurar uma caixinha coletora na cidade.
Também participam do projeto a Polícia Militar, Conselho de Segurança Comunitária (Conseg), escola Estadual Domingos Donato Rivelli, Prefeitura Munipal de Santana da Ponte Pensa, entidades públicas e privadas da região.
Por Silvia Freitas
DGP - Assessoria de Imprensa
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Permitida a reprodução desde que citada a fonte e a autoria

Extraído do site da Polícia Civil do Estado de São Paulo