terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Lançada 2ª edição do livro "Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação"

Foi lançada a 2ª edição do livro "Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação", escrito pelos delegados Higor Vinicius Nogueira Jorge e Emerson Wendt, pela Editora Brasport.

Esta versão ampliada da obra apresentou um caso concreto de investigação a um delito praticado por intermédio do Facebook.

Também foram acrescentadas informações sobre forense computacional, outras redes sociais e cooperação internacional com Argentina, Bahamas, China, Espanha, França, Itália e Portugal.

A obra pode ser adquirida no site http://www.brasport.com.br/informatica-e-tecnologia/seguranca-br-2-3-4-5/crimes-ciberneticos-ameacas-e-procedimentos-de-investigacao-2a-edicao.html.

Vejam o que os maiores especialistas do Brasil na área dos crimes cibernéticos falaram sobre a 1ª edição do livro:

 “Leitura obrigatória a todos os cyberinteressados no assunto!” Renato Opice Blum Advogado e economista, São Paulo – SP

 “Com linguagem didática e objetiva, e munidos de sua brilhante experiência como Delegados da Polícia, os autores destacam-se no segmento do Direito Digital, por apresentarem, de modo exemplar, as bases para investigação de crimes informáticos. Esta obra é essencial ao profissional que atua neste ramo, seja jurista, policial, técnico ou perito; bem como aos acadêmicos que buscam conhecimento na área.” Gisele Truzzi Advogada especialista em Direito Digital, Truzzi Advogados

 “Leitura fundamental para aqueles que querem se aprofundar nos temas ligados ao Direito Eletrônico. Uma abordagem rica em detalhes sobre a Inteligência Cibernética.” Coriolano A. Almeida Camargo Camargo Conselheiro Estadual e Presidente da Comissão de Direito Eletrônico, OAB/SP

 “Obra importante sobremaneira, posto que os autores são uns dos raros profissionais que detêm, além do conhecimento científico, a experiência da prática do combate ao crime.” Fernando De Pinho Barreira Perito Criminal em Forense Computacional, especialista em Direito Eletrônico

“O tema abordado no livro é de suma importância para qualquer cidadão brasileiro que realize transações pela Internet. Os autores fizeram um excelente trabalho na abordagem de um tema que a cada dia que passa torna-se mais realidade na vida de todos.” Yuri Diogenes' Autor de livros de Segurança da Informação no Brasil e nos Estados Unidos

 “Compêndio indispensável para a prática profissional e os estudos acadêmicos.” Giuliano Giova Perito judicial em questões de alta tecnologia, diretor do Instituto Brasileiro de Peritos

 “Uma excelente fonte de informações para leigos, especialistas e curiosos que desejam conhecer o universo da investigação cibernética.” Bruno Guilhen Bperfil Especialista em Segurança da Informação e Perícia Forense


 Crimes Cibernéticos - Ameaças e Procedimentos de Investigação - Higor Vinicius Nogueira Jorge e Emerson Wendt   

Adquira o livro "Crimes Cibernéticos - Ameaças e Procedimentos de Investigação" escrito por Higor Vinicius Nogueira Jorge e Emerson Wendt.

Adquira o livro "Crimes Cibernéticos - Ameaças e Procedimentos de Investigação" escrito por Higor Vinicius Nogueira Jorge e Emerson Wendt.

Vídeo da Solenidade de Posse da Diretoria da ADPESP

Posse da Diretoria Executiva da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (2015-2017)


Nova diretoria da ADPESP toma posse em cerimônia intimista


comunicado

Neste domingo, 11/01, foi realizada a cerimônia de posse da Chapa 02 – Nova ADPESP, reeleita em dezembro de 2014 com recorde histórico de votos na história da Associação.
A solenidade, realizada no auditório da Sede, foi prestigiada por Delegados de Polícia de todo o Estado, representantes de entidades de classe, membros do Conselho da Polícia Civil e autoridades dos Poderes Legislativo e Judiciário, entre eles o novo Delegado Geral de Polícia, Dr. Youssef Abou Chahin, o Deputado Estadual Ramalho da Construção, o Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, o Secretário de Segurança Adjunto, Dr. Mágino Alves Barbosa e o Secretário de Planejamento e Gestão, Marcos Monteiro, representando o Governador do Estado, Geraldo Alckimin.
Em seu discurso, Secretário Marcos Monteiro salientou o compromisso do novo Governo com a melhoria constante da Segurança Pública. Segundo o secretário “este compromisso está estritamente atrelado à valorização salarial da Polícia Civil e dos Delegados de Polícia”.
Todas as autoridades, em seus discursos, felicitaram a Presidente reeleita, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, destacando sua atuação aguerrida, responsável e honesta na condução da ADPESP e das negociações com o Governo Estadual durante seus dois mandados.
Também estiveram presentes o Presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil, Oséias Francisco da Silva, o Presidente da Associação dos funcionários públicos do Estado de São Paulo, Dr. Antônio Carlos Duarte Moreira, o Diretor do Departamento de Esportes, Miguel Marques e Silva, representando o Presidente da Apamagis, Dr. Jayme de Oliveira Neto, o Diretor de Ciências e Tecnologia da Escola Superior de Guerra de São Paulo, Dr. Nelson Bruni e o Presidente da Comissão de Perícias da OAB e Consul das Forças internacionais de Paz da ONU, Dr. Norberto da Silva Gomes.
Extraído do site: http://www.adpesp.org.br/noticias-exibir?not=910

Secretário de Planejamento e Gestão participa da posse da diretoria da Adpesp

O secretário de Planejamento e Gestão, Marcos Monteiro, participou da cerimônia de posse da nova diretoria da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo no último dia 11/01.

A delegada Marilda Pansonato Pinheiro assumiu pela terceira vez consecutiva a presidência da Adpesp. A nova gestão se estende até 2017.

Representando o governador Geraldo Alckmin na solenidade, o secretário Marcos Monteiro assumiu o compromisso do Governo de São Paulo pela valorização da carreira policial.

“Nós temos a exata dimensão da dificuldade da tarefa que os senhores têm na manutenção da segurança pública deste Estado. Nós queremos continuar realizando o trabalho de recuperação e de valorização dos salários da Polícia Civil de São Paulo, particularmente, dos senhores delegados de polícia. Nós estamos iniciando um ano com enormes dificuldades econômicas. Mas, mesmo com tantas dificuldades e com todo o enfrentamento que teremos que fazer para adequar o orçamento de São Paulo a essa nova realidade, não muda a nossa disposição de levarmos a frente esse compromisso”.

Além do secretário de Planejamento e Gestão, Marcos Monteiro, também prestigiaram o evento: o secretário-adjunto de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa; o deputado federal Arnaldo Faria de Sá; o deputado estadual Ramalho da Construção; o novo Delegado Geral da Polícia Civil, Youssef Abou Chahin; além de delegados e outras autoridades policiais.

Extraído do site: http://www.planejamento.sp.gov.br/?idd=1678&id=19

sábado, 28 de julho de 2012

Delegados lançam livro inédito sobre investigação de crimes cibernéticos




O livro “Crimes Cibernéticos – Ameaças e Procedimentos de Investigação” foi elaborado pelos delegados de polícia Emerson Wendt e Higor Vinicius Nogueira Jorge e encontra-se em pré-venda no site da editora Brasport (http://www.brasport.com.br/informatica-e-tecnologia/seguranca-br-2-3-4-5/crimes-ciberneticos-ameacas-e-procedimentos-de-investigacao.html). A partir do dia 10 de agosto o livro será comercializado também nas Livrarias.
O obra é considerada uma das primeiras do Brasil que apresentam o passo a passo para a investigação dos crimes eletrônicos e tem sido aguardado com muito entusiasmo entre os profissionais da área.
Segundo os autores diversos foram os motivos que os levaram a escrever o livro, mas os principais foram contribuir para a segurança virtual no Brasil e preparar policiais e outros integrantes da persecução penal para o combate aos crimes cometidos no âmbito da internet, ou seja, os crimes cibernéticos.
Percebeu-se, num momento inicial, que havia a necessidade de se estabelecer, frente às deficiências e vulnerabilidades dos órgãos policiais diante do crescimento do registro dos crimes cometidos em ambientes virtuais e/ou eletrônicos, uma metodologia auxiliar na investigação criminal, qualificando-a.
Assim, o conteúdo foi sendo gerado após inúmeras pesquisas e trocas de conhecimentos, não só entre os autores, mas também com inúmeros interlocutores. Procurou-se, contudo, a ideia da simplicidade frente à complexidade do problema, visando facilitar o trabalho de investigação criminal dos órgãos policiais de todo o Brasil e também auxiliar os profissionais da área, principalmente advogados e integrantes de outras carreiras, a melhor compreender a matéria e atender aos seus clientes, já preparando o conteúdo para eventual ação penal e/ou cível correspondente.
Conheçam os autores:
Emerson Wendt
é Delegado de Polícia da Polícia Civil do Rio Grande do Sul; professor de Inteligência Policial nas Academias de Polícia Civis do Rio Grande do Sul, Pernambuco e Sergipe e na Secretaria Nacional de Segurança Pública; professor de Investigação Criminal e Investigação de Crimes pela Internet na Academia de Polícia Civil gaúcha; professor em cursos de pós-graduação na Unisc (Santa Cruz do Sul), IDC (Porto Alegre) e Unisinos (São Leopoldo). Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria e pós-graduado em Direito pela Universidade Regional Integrada – Campus Frederico Westphalen.
Higor Vinicius Nogueira Jorge
é Delegado de Polícia da Polícia Civil de São Paulo; professor dos cursos de formação e aperfeiçoamento da Academia de Polícia do Estado de São Paulo e de Sergipe; professor da pós-graduação em Polícia Judiciária e Sistema de Justiça Criminal da Academia de Polícia do Estado de São Paulo; professor da pós-graduação em Investigação de Fraudes e Forense Computacional: Direito Digital (IFFC) da Faculdade Impacta de Tecnologia; professor da pós-graduação em Perícia Forense Computacional da Faculdade de Tecnologia São Mateus; palestrante do curso de inteligência estratégica da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – representação de Campinas; titular da cadeira 30 da Academia de Ciências, Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo; membro consultor da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia e da Comissão de Ciência e Tecnologia da OAB-SP. Graduado em Direito pelo Centro Universitário Toledo Araçatuba e pós-graduado em Polícia Comunitária pela Universidade do Sul de Santa Catarina.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Policiais de Santa Fé do Sul fazem curso sobre polícia comunitária


Entre os dias 19 e 23 de julho de 2010 o sargento Jadir, os guarda-municipais Douglas Marcel da Silva, João Flauzino e Márcio Aurélio dos Santos e o delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge participaram do curso nacional de promotor de polícia comunitária realizado pelo Comando de Policiamento do Interior 5 – São José do Rio Preto (CPI-5) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).



Na oportunidade a foram apresentados os principais aspectos teóricos da polícia comunitária, bem como se discutiu a implementação dessa forma de trabalho no dia-a-dia dos policiais civis, militares, bombeiros, guarda-municipais e na atuação do Conselho Municipal de Segurança (CONSEG).



Os guardas municipais informaram que esse tipo de curso poderá ajudar muito o trabalho desenvolvido pela Guarda Municipal de Santa Fé do Sul, principalmente oferecendo sugestões para que a instituição esteja bem entrosada com a comunidade.



O delegado de polícia Higor Jorge ressaltou que a oportunidade foi muito importante, pois permitiu uma reflexão sobre a importância do estreitamento das relações entre a polícia e a comunidade e que permitiu também que os integrantes de diversas instituições trocassem informações sobre práticas policiais visando aproximar a polícia e a comunidade de forma a promover a pacificação social e a pretendida segurança cidadã. De acordo com o delegado a administração da Polícia Civil tem procurado estimular o entrosamento com a comunidade e a excelência no atendimento dos cidadãos e que muitas vezes a colaboração da população é imprescindível para a investigação criminal.



O sargento Jadir disse que a Polícia Comunitária é uma nova proposta de se fazer Segurança, é a Polícia e o cidadão, juntos para um bem comum e que contam com a participação da população.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ENTREVISTA NA REDEVIDA SOBRE O PROJETO SANTA FÉ LIVRE DO VÍCIO

No dia 21 de maio, a partir das 22:15, o presidente do Conselho Municipal Antidrogas de Santa Fé do Sul, Higor Vinicius Nogueira Jorge, a vice-presidente, Elena Rosa Vidoti e o membro do COMAD, padre Márcio Roberto participarão do programa Tribuna Independente na RedeVida.

Na ocasião será apresentado e discutido, em Rede Nacional, o projeto Santa Fé Livre do Vício, bem como alternativas visando a prevenção e redução da demanda de drogas e incrementação das ações investigativas da Polícia Civil contra o tráfico de drogas.

O programa será ao vivo e os telespectadores poderão participar enviando perguntas para os entrevistados pelo e-mail rvtrs@terra.com.br e pelo telefone (51) 3392-8432.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Convite - palestra "A ILUSÃO DAS DROGAS" em Santana da Ponte Pensa

CONVITE

Assista à palestra “A ILUSÃO DAS DROGAS” que será feita por HIGOR VINICIUS NOGUEIRA JORGE, na Escola Estadual Domingos Donato Rivelli.

A palestra será realizada no dia 20 de maio de 2010, em dois horários. Às 10h e às 19h.

Convide sua família, seus amigos e participe!

Palestra: “A ILUSÃO DAS DROGAS”
Local: Escola Estadual Domingos Donato Rivelli
Data: 20 de maio de 2010
Horários 10h e 19h

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Posse do Dr. Luiz Roberto Saúd Bertozzo na Delegacia Seccional de Polícia de Lins


Hoje é um dia de muita alegria, pois o meu amigo Dr. João Valle da Silva Leme, transmitiu o cargo para o meu amigo Luiz Roberto Saúde Bertozzo.
O Dr. João Valle cumpriu sua missão e mostrou para os policiais civis de Lins e região que vale a pena administrar com humanidade, humildade e eficiência. Eu tive a oportunidade de ganhar um amigo/irmão com a chegada do Dr. João a Lins.
O fato do Dr. Bertozzo assumir também me enche de orgulho, pois posso dizer com tranquilidade que é um amigo/irmão que tenho muito carinho e admiração por ele.
Enfim, a Polícia Civil de Lins e região continuará em boas mãos, ou melhor, em excelentes mãos.
Parabéns!!!

sexta-feira, 12 de março de 2010

POLÍCIA CIVIL DE LINS CRIA NÚCLEO ESPECIAL CRIMINAL (NECRIM) - Conheçam mais essa iniciativa da Polícia Civil Comunitária




No dia 11 de março, às 17:00 horas, a Delegacia Seccional de Polícia de Lins promoveu a inauguração do NÚCLEO ESPECIAL CRIMINAL (NECRIM-LINS).

O NECRIM se localiza na Rua Olavo Bilac, nº 948, Centro, Lins-SP e é considerado um projeto pioneiro que está sendo implantado na área do DEINTER 4 - Bauru, por seu Diretor, Dr. Licurgo Nunes Costa.

O prédio foi adaptado e cedido pela Prefeitura Municipal de Lins, recebeu mobiliário e equipamentos novos da Delegacia Seccional, tais como computadores, aparelhos de ar condicionado, estações de trabalho, armários de aço e cadeiras.

O Delegado Seccional de Lins, Dr. João Valle da Silva Leme escolheu entre os policiais civis com perfil adequado, o Delegado de Polícia Dr. Orildo Nogueira e os Escrivães Ismael Vieira de Deus e João Alessandro Ferreira de Brito, que serão responsáveis pela elaboração e condução dos Termos Circunstanciados relativos às infrações de menor potencial ofensivo.

A novidade é que os trabalhos de Polícia Judiciária não se encerrarão na elaboração do referido procedimento. Concluído o Termo Circunstanciado, o Delegado de Polícia promoverá uma Audiência de Conciliação entre as partes, lavrará o respectivo Termo de Conciliação e promoverá o encaminhado ao Poder Judiciário.

Espera-se com isso uma grande agilidade na composição e resolução legal de inúmeras questões, especialmente nos casos de acidentes de trânsito, crimes ambientais, danos, ameaças, lesões leves, injúria, etc...

Em seu discurso, durante a cerimônia de inauguração, o Dr. João Valle disse que “...A filosofia de polícia comunitária se baseia na aproximação entre a polícia e a comunidade, visando criar uma parceria entre elas. Sempre falo que a população tem que ser informada do que a Polícia Civil faz, pois assim ela passa a acreditar mais ainda em nosso trabalho e assim pode nos ajudar muito com informações...” “...gostaria que soubessem que o NECRIM foi criado pois percebeu-se que para a população, a elaboração do termo circunstanciado e a posterior realização de audiência de conciliação na Delegacia de Polícia, tornaria o problema ocorrido mais suscetível de ser resolvido, bem como haveria mais condições de obtermos a pacificação social que pretendemos em nosso trabalho...”.

Estiveram presentes na solenidade, além do idealizador do Projeto, Dr. Licurgo e o Delegado Seccional de Polícia de Lins, Dr. João Valle da Silva Leme, o Juiz de Direito Diretor do Fórum de Lins, Dr. Antonio Fernando B. Leão, o Juiz do Trabalho, Dr. Luiz Antonio Zanquetta, o Prefeito Municipal, Waldemar Sândoli Casadei, o Presidente da Câmara, Edgar de Souza, Secretários Municipais, Vereadores, Ten. Coronel Maurício Magalhães, Comandante do 37º BIL, membros do Conselho Comunitário de Segurança, de outros conselhos e muitos populares.

Vale lembrar que o NECRIM é um projeto pioneiro no Estado e que serão centralizados, na nova Unidade, os registros e atos de Polícia Judiciária relativos às infrações penais de menor potencial ofensivo (ameaça, injúria, dano, difamação, lesões corporais leves e culposas, dentre outras), oportunidade em que será marcada uma audiência para a busca de conciliação entre as partes envolvidas. A Delegacia Seccional de Polícia de Lins foi a primeira Seccional a instalar o Necrim e pretende-se instalar o NECRIM em outras Seccionais.

Reportagem sobre o evento no site: http://www.comseguranca.com.br/

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Caros amigos,

essa iniciativa implantada na cidade de Lins é um exemplo da Polícia Civil Comunitária e com certeza produzirá um resultado excelente.

Parabéns Dr. Licurgo, Dr. João Valle e Dr. Orildo.

Um Fraternal Abraço,

Higor Jorge

terça-feira, 2 de março de 2010

Plantão é com 5 equipes - Comissão de Ética e Prerrogativas em Osasco


A Comissão de Ética e Prerrogativas compareceu hoje, 1/3 ao 1º DP de Osasco com o objetivo de solucionar o problema do plantão local, que funciona de forma insatisfatória.

Na oportunidade foi entregue ao titular da unidade, Antonio Carlos Gomes, um ofício cobrando solução para o problema. O colega mostrando-se classista deu sugestões para a Comissão e informou que realizaria prontas gestões a fim de solucionar o problema.

O diretor do DEMACRO, Marcos Carneiro, fez contato com integrantes da comissão dando conta que foi “plantonista do Capão Redondo e conhece bem a situação dos colegas que trabalham com escala reduzida” e garantiu que nos próximos dias se reunirá com os seccionais da macro São Paulo, a fim de determinar a obrigatoriedade de haver cinco equipes, nas escalas de plantão. O Diretor garantiu ainda, que em caso de afastamentos, para manter as cinco equipes, o assistente do distrito será acionado ocupando o lugar do colega ausente.

A Comissão de Prerrogativas e Ética está atenta e divulga seu endereço para receber sugestões e reclamações relativas à sua atuação. Participe: prerrogativas@adpesp.com.br

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Delegacia Eletrônica de SP ultrapassa a marca de 2.700.000 solicitações de boletins


Do portal da Polícia Civil de São Paulo
Imagem: Reprodução/portal da SSP-SP
Dez anos de existência. Cem funcionários. Atendimento 24 horas. Os números alcançados pela Delegacia Eletrônica são grandiosos. Apenas em 2009 – ano recorde de acessos: 720.775 -, o setor registrou 24% de todos os furtos de veículo ocorridos no Estado (ou seja, 27.428), e ao completar uma década chegou à extraordinária marca de 2.734.102 solicitações de boletins eletrônicos de ocorrência (B.E.O’s).
De acordo com um estudo realizado pela Secretaria de Gestão Pública de São Paulo, de 2003 a outubro de 2009, a Delegacia Eletrônica proporcionou ao Estado uma economia de R$ 22.669.855,46. O cálculo é mostrado no site http://www.relogiodaeconomia.sp.gov.br, que simula ainda quanto uma pessoa economizaria ao registrar um boletim de ocorrência pela Internet ao invés de fazê-lo pessoalmente em uma delegacia de polícia convencional.
“A Delegacia Eletrônica é, atualmente, um serviço essencial ao Estado. Faz parte do rol de benefícios que a tecnologia da informação proporcionou às organizações públicas, trazendo à baila oportunidades, sem precedentes, para a otimização de processos internos e dos serviços prestados ao usuário”, ressaltou a delegada coordenadora da unidade, Adriana Liporoni.
Mais do que em números, o trabalho dos policiais dessa unidade é medido pelo retorno dos próprios declarantes, que demonstram plena aceitação e aprovação do serviço em mensagens enviadas ao endereço eletrônico do Fale Conosco da Polícia Civil: webpol@policiacivil.sp.gov.br . “Através deste serviço recebemos elogios, críticas, sugestões, denúncias sobre sequestros, procurados da Justiça, locais de tráfico de drogas e também abduções alienígenas, lavagem cerebral, complôs internacionais envolvendo grandes empresas, entre outros”, conta Rosana Pegoraro, encarregada de equipe, referindo-se também aos casos curiosos que a delegacia recebe pelo e-mail.
Autorizados ou negados, todos os pedidos de B.E.O são minuciosamente analisados por pesquisas civis e criminais, além de veiculares e de duplicidade de solicitação de B.E.O. Trabalho seguido de contato telefônico com o usuário para confirmação dos fatos. “A análise das solicitações requer uma série de pesquisas em vários bancos, estadual e federal, e exige atenção ao avaliar o histórico dos fatos, pois nem sempre a natureza narrada é passível de registro pela Internet”, explica a chefe de equipe Marilda do Prado. Mesmo nesses casos, o declarante recebe por e-mail uma justificativa e orientação para registro da ocorrência.
Nos seus 10 anos de história, a Delegacia Eletrônica evoluiu material e humanamente. A planilha tem espaço para mais informações (como um número de celular, o que faz muita diferença) e os recursos técnicos são mais abrangentes, graças ao Infoseg (Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança) e ao R.D.O (Registro Digital de Ocorrência).
“Com o Infoseg, a partir de um CPF se verifica o nome da pessoa, data de nascimento, título de eleitor, endereço; pesquisamos R.G’s de outros Estados, número de C.N.P.J, para verificar nomes de proprietários de empresas. E com o R.D.O, verificamos duplicidade de comunicação de crimes”, explica Renata Cavalcanti, escrivã de polícia da unidade há 7 anos.
Cada policial da Delegacia Eletrônica analisa em média 80 B.E.O’s por plantão de 12 horas, número que não poucas vezes chega a 100, 120 B.E.O’s. “O cumprimento do plantão é mais que horário de trabalho, é desdobramento para atender a grande demanda diária”, destaca Marilda do Prado. A cada 24 horas, a delegacia recebe aproximadamente 3.000 pedidos de boletim, número que aumenta grandemente após eventos envolvendo grande público, como o carnaval, e ocorrências da natureza. “Devido às chuvas, muitas placas de veículo são perdidas. Num dia de chuva forte, chegam a ser registrados 150 B.E.O’s de extravio de placas”, conta Sueli Marques, agente de telecomunicações da delegacia desde sua inauguração.
Para a delegada Adriana Liporoni, nesses “10 anos de trabalho, realizados com excelência, sob coordenação de notáveis delegados de polícia”, quando “se verificou importante aumento no setor de atendimentos on-line, gerando expressiva diminuição do fluxo de registros policiais junto às delegacias”, a tendência é a ampliação do setor, “o que permitirá, num futuro próximo, o tratamento de grande parte das ocorrências criminais através da Internet”, excetuando-se, acrescentou, os casos de flagrância.
Momentos de pico da demanda, como em outubro de 2008, quando os policiais da delegacia avaliaram, apenas na semana de 9 a 13, 19.442 solicitações de B.E.O’s – o que só foi possível com a realização de um ‘mutirão’, ou seja, escalas de reforço com suspensão de folgas e férias; pedidos de orientação dos mais variados; e tato para lidar com declarantes procurados da Justiça são alguns dos aspectos do trabalho na Delegacia Eletrônica, unidade de verdadeiro sucesso na Polícia Civil.
Um dos muitos exemplos de casos em que procurados da Justiça foram detidos pela ação de policiais da unidade ocorreu em 2002, quando, em 15 de março, uma solicitação de B.E.O por furto de placas levou à prisão o declarante Sandro A.C., procurado da Justiça e condenado a 15 anos de reclusão por roubo seguido de morte. Sandro havia sido mostrado no programa Linha Direta, da Rede Globo, e com a tentativa de registro do B.E.O, trabalhado pela agente Sueli Marques, foi preso por policiais do 15º DP (Itaim Bibi). As informações são da Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Extraído do Blog do Delegado
http://blogdodelegado.wordpress.com/2010/02/15/delegacia-eletronica-de-sp-ultrapassa-a-marca-de-2-700-000-solicitacoes-de-boletins/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Visitem o blog do Projeto Polícia Civil Comunitária




Projeto Polícia Civil Comunitária






Leia o projeto, veja as fotos e implemente em sua cidade.




  Mais informações, visite o blog:




http://policiacivilcomunitaria.blogspot.com

domingo, 24 de janeiro de 2010

Notícias publicadas em jornais sobre o Projeto Polícia Civil Comunitária implantado em Santana da Ponte Pensa - SP



 





Fotos do Projeto Polícia Civil Comunitária

Vejam abaixo, algumas fotos do Projeto Polícia Civil Comunitária implantado em Santana da Ponte Pensa-SP

REUNIÃO COM A POPULAÇÃO:





REUNIÃO ENTRE POLÍCIA CIVIL, POLÍCIA MILITAR, CONSELHO TUTELAR E CENTRO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DA PREFEITURA:



CAIXAS COLETORAS DE DENÚNCIAS ANÔNIMAS, CRÍTICAS E SUGESTÕES:


CAIXAS COLETORAS NOS CORREIOS:


CAIXAS COLETORAS NO CENTRO DE SAÚDE:


CAIXAS COLETORAS NA PREFEITURA MUNICIPAL:


CAIXAS COLETORAS NA CÂMARA DOS VEREADORES:


CARTAZ SOBRE AS CAIXAS COLETORAS:

“Projeto Polícia Civil Comunitária” traz melhorias para Santana da Ponte Pensa - Extraído do site da Polícia Civil

Implantado na cidade de Santana da Ponte Pensa desde 12 de janeiro, o “Projeto Polícia Civil Comunitária” está trazendo melhorias para toda a comunidade local, através de trabalhos executados por policiais civis da região.

Em uma reunião que contou com mais de cem pessoas entre autoridades, funcionários públicos, comerciantes e moradores, foram discutidos projetos com a finalidade de oferecer uma maior proximidade entre a polícia e comunidade, além de fazer com que a sociedade colabore com informações, denúncias, sugestões e críticas para a melhoria e crescimento da região.

A ideia inicial partiu do delegado de polícia da cidade, Higor Vinicius Nogueira Jorge, nascido em Santana da Ponte Pensa e que agora exerce a função em sua terra natal. “O primeiro projeto que idealizei foi posto em prática em Sabino (cidade da região de Lins), mas esse é mais completo”, explica Higor Nogueira. O delegado fez sua especialização em Polícia Comunitária através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
Alguns pontos discutidos na reunião e que já estão sendo postos em prática tratam de combate à venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, caixas coletoras de informações, rondas que visualizam jovens em situação de risco, palestras, e aproximação da comunidade dentro da delegacia de polícia. Além da delegacia local, Santana da Ponte Pensa também conta com o apoio da Seccional de Jales para colocar o projeto em prática.
“Diariamente pessoas têm ido procurar informações, elogiar ou falar sobre o projeto”, conta o delegado. As caixinhas coletoras de informações servem para a comunidade deixar denúncias, sugestões e críticas, e estão em vários pontos estratégicos da cidade.
Outro fator importante é a ronda que visa evitar o envolvimento de jovens com situações de risco, como drogas ou bebidas alcoólicas. Para isso, a Polícia Civil e o Conselho Tutelar contarão com a ajuda da população através de denúncias, e também dos comerciantes que vendam esse tipo de mercadoria. A ocupação do espaço em que se localizava a antiga carceragem da delegacia servirá como dependência para projetos como o de pintura, já existente, e outros que deverão ser criados, afastando assim o menor da ociosidade.
O Projeto Polícia Civil Comunitária contará muito com o apoio e ajuda da sociedade, e para denunciar, criticar ou enviar sugestões, é só ligar para a unidade policial através do telefone (017) 3692.1133, enviar e-mail para policiacivildesantana@hotmail.com , ou procurar uma caixinha coletora na cidade.
Também participam do projeto a Polícia Militar, Conselho de Segurança Comunitária (Conseg), escola Estadual Domingos Donato Rivelli, Prefeitura Munipal de Santana da Ponte Pensa, entidades públicas e privadas da região.
Por Silvia Freitas
DGP - Assessoria de Imprensa
As matérias do site da Polícia Civil são licenciadas sob a (This material is licensed under a) Creative Commons Atribuição - Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License
Permitida a reprodução desde que citada a fonte e a autoria

Extraído do site da Polícia Civil do Estado de São Paulo

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

POLÍCIA CIVIL IMPLANTA PROJETO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA EM SANTANA DA PONTE PENSA

Os policiais civis de Santana da Ponte Pensa, no dia 12 de janeiro de 2009, realizaram reunião com a população do município e lançaram o Projeto Polícia Civil Comunitária.
A reunião contou com a presença de mais de 100 pessoas, entre autoridades, funcionários públicos, comerciantes e moradores da cidade e da zona rural.
Conforme informações prestadas pelo delegado de polícia de Santana, Higor Vinicius Nogueira Jorge, o projeto foi elaborado pelos policiais civis do município com a participação da população e da Delegacia Seccional de Polícia de Jales e teve a finalidade de apresentar um modelo de segurança pública baseado na aproximação entre a polícia e a comunidade.

De acordo com Higor Jorge, pretende-se com o projeto diagnosticar os principais problemas criminais que afligem a comunidade, planejar uma atuação pró-ativa, estimular a participação efetiva da população na gestão da segurança pública, a criação de um sistema de prevenção social do crime e que haja um aumento das informações prestadas pela população.
O projeto conta com a participação da Polícia Militar, Conselho de Segurança Comunitária (CONSEG), Escola Estadual Domingos Donato Rivelli, Prefeitura Municipal, sociedade civil e outras entidades públicas e privadas e consiste em quinze ações que serão implementadas no decorrer do ano.
Dentre elas o delegado destacou a distribuição de caixas pela cidade para que a população colabore com denúncias anônimas e sugestões, semanalmente as informações serão recolhidas pelos policiais em conjunto.
Outra ação será feita para estimular um melhor contato entre as pessoas que possuem propriedades rurais, principalmente se perceberam algum movimento suspeito. Ocorrerá reunião com eles e a distribuição de texto com dicas de segurança nas propriedades rurais

Será realizada ação para combater a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos e reunião com os proprietários de estabelecimentos que promovam o comércio dessas bebidas. Na reunião pretende-se distribuir cartazes contra a venda de bebidas alcoólicas para menores e orientar sobre o crime de vender essas bebidas para menores e a contravenção penal de vender para pessoas com problemas mentais ou que estejam em estado de embriaguez.

Pretende-se fazer um trabalho de identificação de crianças e adolescentes em situação de risco em conjunto com a Polícia Militar e Conselho Tutelar. Os pais desses menores serão orientados pelos membros do Conselho Tutelar e pelos policiais.

Outra medida será a ocupação dos espaços ociosos da Unidade Policial. Atualmente a prefeitura oferece um curso de pintura na Delegacia e pretende-se disponibilizar o local para mais projetos.


Os policiais estão organizando palestras sobre drogas em diversos estabelecimentos, principalmente na escola. A idéia é inicialmente fazer a palestra para pais e professores e ao final fazer com que saiam com o compromisso de discutirem o tema em casa e na escola. Depois de algumas semanas os policiais civis realizarão a palestra para os alunos e será feito concurso de redações e desenhos contra as drogas.



Haverá a distribuição de um texto com perguntas e respostas sobre drogas e os alunos serão levados para conhecer a Delegacia e o serviço prestado pelos policiais civis.

Será realizado mapeamento da criminalidade e a análise conjunta das estatísticas criminais do município visando direcionar a atuação dos policiais.

Foram feitas reuniões entre os policiais civis para discussão da filosofia de polícia comunitária com a finalidade de incrementar o projeto.


POLÍCIA COMUNITÁRIA E A PARCERIA COM A COMUNIDADE

Muito tem se discutido sobre modelos de atuação da polícia capazes de tornar seu trabalho mais eficaz, diminuir a incidência de crimes e a sensação de insegurança que assola, principalmente, as grandes cidades.

Nesse contexto a filosofia de polícia comunitária surge como uma proposta visando proporcionar uma aproximação entre a polícia e a comunidade, de forma que haja cooperação recíproca para a resolução dos problemas que aflijam a comunidade, seja criminais ou não criminais, por intermédio da mobilização social, da troca de informações, do estímulo à prevenção e da preservação da dignidade e dos direitos fundamentais de todos os cidadãos.

Na esfera de atuação da Polícia Civil é muito importante que se aplique a filosofia de polícia comunitária, principalmente porque as próprias características da referida polícia permitem que haja essa aproximação e também pela sua natureza que impele os seus integrantes a se aproximarem, cada vez, mais da população.

Sem dúvida a apuração de crimes torna-se bem mais eficaz se a comunidade participa, oferecendo sugestões e informações. Mas para isso a polícia deve ter a credibilidade de todos.

A polícia comunitária é um conceito amplo que abrange todas as atividades voltadas para a solução dos problemas que afetam a segurança de uma determinada localidade, que devam ser praticadas por órgãos governamentais ou não e envolve a participação das seis grandes forças da sociedade, freqüentemente chamadas de "seis grandes". São elas a polícia, a comunidade, autoridades civis eleitas, a comunidade de negócios, outras instituições e a mídia.

A atuação conjunta das seis grandes forças da sociedade representa a consolidação do disposto no artigo 144 da Constituição Federal que estabelece o direito e a responsabilidade de todos na busca pela segurança pública que é vislumbrada com a finalidade de preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio.

Os órgãos incumbidos de promover a segurança pública devem realizar suas atividades estritamente de acordo com o que dispõe a Constituição Federal, de forma a evitar adentrar na seara alheia, como forma de desempenhar suas atribuições de forma eficiente e impossibilitar que ocorram conflitos entre os referidos órgãos.

É muito importante que, respeitando os limites constitucionais de cada órgão, sejam realizadas atividades preventivas e repressivas ao crime levando em consideração a reverência aos direitos humanos que representa uma das conseqüências do trabalho policial com fulcro nos princípios da filosofia de polícia comunitária.

Pelo exposto concluímos que a polícia tem que prestar serviços à população da melhor forma possível, com cortesia, presteza, humanidade e eficiência de forma que seja observada como uma instituição parceira e organizada para atender a sociedade, seja no âmbito criminal ou não e que atue com o auxilio de órgãos públicos e também de órgãos não pertencentes ao governo.



HIGOR VINICIUS NOGUEIRA JORGE é Delegado de Polícia, professor de análise de inteligência policial da Academia da Polícia Civil e titular de cadeira da Academia de Ciências, Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. Site: www.higorjorge.com.br

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

MENSAGEM DA COLEGA MARILDA PANSONATO ELEITA PRESIDENTE DA ADPESP

Caros colegas,

É com imensa satisfação que posto hoje no nosso site... Tenho plena convicção de que estamos iniciando uma nova história na Polícia Civil, especialmente na nossa carreira que demonstrou maturidade política, respeito e ética nessa eleição, que rompeu paradigmas, uniu as três chapas e toda a classe em torno do mesmo ideal. O resultado as urnas é o retrato do que a classe pretende: a união de propósitos, um olhar único na mesma direção, o rompimento com o passado, o despojamento, o abandono das vaidades pessoais que sempre influenciaram o nosso destino, até então refém de alguns poucos. O futuro se apresenta promissor a partir da escolha consciente feita pela maioria dos colegas que uniu valorosos Delegados e Delegadas de Polícia das três chapas concorrentes e que não se restringiu apenas ao resultado das urnas, mas a nossa própria opção estarmos TODOS juntos nessa nova etapa que se inicia já no próximo mês. Diferenças ideológicas, discussões de idéias e defesa de pensamentos divergentes, servem para mostrar que uma mesma moeda tem mais de uma face e que é preciso olhar ambas com o mesmo carinho e atenção... Nesse caso, a moeda tem três faces diferentes, o que enriquece ainda mais o debate e a troca de idéias voltadas ao mesmo ideal.

Quem, em sã consciência (perdoem-me não citá-los para não cometer a indelicadeza de omitir alguém, já que são muitos e a idade e o cansaço poderiam me trair), deixaria de contar com a apoio, conhecimento jurídico, caráter, classísmo, experiência de vida e de Polícia de colegas que estiveram em outras chapas mas que, como nós, deseja e luta por um futuro diferente, por uma nova história e pelo resgate da nossa dignidade?

Quem, em sã consciência não quer tais colegas ao seu lado, fortalecendo a carreira e a nossa associação de classe, reconduzindo-a ao destino e aos caminhos para o qual foi criada? NÓS QUEREMOS...

Assim, convidamos (ou seria mais conveniente CONVOCAMOS) todos os colegas que querem e podem escrever a nossa história como protagonistas para que estejam conosco... Lembrem-se que a ADPESP é nossa casa e nela temos que nos sentir a vontade, participando como membros da mesma família, onde desde o caçula ao mais idoso tem o mesmo sangue e merecem a mesma atenção, respeito e carinho.

À Comissão Eleitoral, meus respeitos e agradecimentos pela lisura, competência e responsabilidade com que conduziu e presidiu o que penso ter sido a maior e mais democrática eleição de todos os tempos.

Aos demais candidatos à presidência da ADPESP, minha admiração pela ética, respeito e urbanidade com os demais concorrentes.

Aos candidatos de todas as chapas, meus parabéns porque todos somos vencedores, já que estamos juntos nessa nova empreitada, reafirmando que as portas e nossos braços estão abertos, esperando o seu abraço.

Aos colegas que votaram na nossa proposta e aos que, por qualquer motivo não o fizeram, agradecemos porque todos serão igualmente representados e ouvidos.

Aos colegas que participaram desse momento histórico na carreira, parabéns pela lição de democracia, civilidade e amadurecimento político e àqueles que deixaram de participar, ainda há muito tempo... contamos com todos.

Essa é a NOVA ADPESP NO RUMO CERTO POR ERGA OMNES...

Obrigada e que Deus nos guarde e proteja a todos.

Marilda Pansonato

ADPESP - 2010